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Galaxy Z TriFold 2: quando o dobrável da Samsung vira termômetro para o Brasil corporativo
Segundo o Canaltech, a Samsung já estaria trabalhando na segunda geração do seu celular dobrável em três partes, o Galaxy Z TriFold 2, e dessa vez o plano seria produzir o aparelho em uma escala bem m...
Márcio Petito
CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança
Segundo o Canaltech, a Samsung já estaria trabalhando na segunda geração do seu celular dobrável em três partes, o Galaxy Z TriFold 2, e dessa vez o plano seria produzir o aparelho em uma escala bem maior do que a versão original. Isso muda completamente o jogo para quem, como eu, acompanha de perto como essas inovações de hardware acabam batendo na porta das empresas brasileiras, ainda que de forma indireta.
O primeiro Galaxy Z TriFold, lançado em dezembro de 2025, funcionou basicamente como um laboratório ambulante. A Samsung queria testar reação do mercado, entender a demanda e calibrar a produção antes de apostar todas as fichas. Foi, na prática, uma tiragem limitada, quase artesanal se comparada ao volume normal de fabricação da marca.
Com a nova geração vindo com produção ampliada, a lógica muda. Mais unidades disponíveis significam mais mercados atendidos, e é exatamente aí que entra a expectativa de o aparelho finalmente pisar em solo brasileiro de forma oficial.
O que essa corrida por dobráveis revela sobre o mercado de tecnologia
Fico sempre curioso quando vejo esse tipo de movimento acontecer, porque ele não é só sobre um celular chamativo. Ele mostra como a indústria de hardware está reagindo à necessidade de diferenciação em um mercado saturado de smartphones parecidos entre si.
A Samsung, historicamente, usa lançamentos como esse Z TriFold como vitrine tecnológica. Não é o produto que vai vender milhões de unidades, mas é o produto que mostra ao mundo, e principalmente aos concorrentes, até onde a engenharia de dobradiças e telas flexíveis consegue chegar.
Para o profissional de TI ou o gestor de uma empresa pequena ou média, esse tipo de notícia costuma parecer distante da realidade do dia a dia. Mas eu discordo. Ela é um termômetro. Quando uma fabricante decide escalar produção de um dispositivo experimental, ela está sinalizando confiança em uma tecnologia que, cedo ou tarde, vai se popularizar e aparecer em contextos corporativos.
Dobráveis e o ambiente corporativo
Aqui na M3Solutions, discutimos constantemente como dispositivos móveis mais versáteis podem impactar processos internos das empresas. Um aparelho que dobra em três partes, funcionando quase como um tablet quando aberto, tem potencial real para:
- Otimizar apresentações comerciais em campo
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