Pix Rápido, Segurança Lenta: O Descuido Que Pode Custar Caro
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Pix Rápido, Segurança Lenta: O Descuido Que Pode Custar Caro

4 de agosto de 2026Márcio Petito2 min de leitura
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Segundo o TechTudo, o Pix já virou parte do dia a dia de milhões de brasileiros, mas a velocidade das transações trouxe junto um problema que muita gente ainda trata com descaso: a segurança da conta....

Márcio Petito

Márcio Petito

CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança

Segundo o TechTudo, o Pix já virou parte do dia a dia de milhões de brasileiros, mas a velocidade das transações trouxe junto um problema que muita gente ainda trata com descaso: a segurança da conta. A matéria lista cinco configurações disponíveis nos aplicativos bancários que ajudam a reduzir o risco de golpes e acessos indevidos. Como alguém que lida diariamente com infraestrutura de TI e segurança em empresas de pequeno e médio porte, posso dizer que essas dicas valem tanto para pessoa física quanto para o proprietário de negócio que movimenta caixa pelo celular.

O problema não é o Pix em si. É a falsa sensação de controle que ele passa. Como tudo acontece em segundos, o usuário raramente para para revisar configurações básicas de segurança. E é exatamente aí que mora o perigo.

Configurações que fazem diferença real

Ajustar o limite de transferências é uma das medidas mais simples e mais ignoradas. Muita gente mantém o teto máximo permitido pelo banco, achando que isso é sinônimo de liberdade financeira. Na prática, é um convite para prejuízo caso a conta seja invadida.

Outro ponto citado pela matéria é a ativação de notificações em tempo real. Parece óbvio, mas boa parte dos usuários desliga esses avisos por achar "irritante" receber mensagem a cada movimentação. Só que é justamente esse incômodo que permite identificar uma transação suspeita nos primeiros segundos, antes que o prejuízo se espalhe.

A revisão de dispositivos autorizados também aparece como recurso importante. Aqui entra um comportamento comum tanto em usuários comuns quanto em pequenas empresas: alguém troca de celular, formata o aparelho antigo, empresta o dispositivo para um funcionário testar algo e esquece de revisar quais equipamentos ainda têm acesso à conta bancária.

Na prática, isso é o mesmo erro que vejo em ambientes corporativos quando falamos de acesso a sistemas internos. Sem processos otimizados de revisão periódica, contas e permissões acabam esquecidas, abertas, vulneráveis.

O paralelo com a segurança corporativa

Trabalhando com soluções de TI para empresas na M3Solutions, vejo esse padrão se repetir constantemente. A empresa investe em um sistema robusto, mas não revisa configurações básicas de acesso. É como trocar a fechadura da porta da frente e deixar a janela dos fundos aberta.

O Pix, dentro de uma pequena ou média empresa, muitas vezes é usado por m

Fonte da Matéria

Segundo techtudo

techtudo.com.br
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