

IA no LinkedIn: o que o duelo ChatGPT x Claude x Gemini ensina sobre negócios
Segundo o TechTudo, um comparativo recente colocou ChatGPT, Claude e Gemini lado a lado numa tarefa que parece simples, mas revela muito sobre como a inteligência artificial está mudando a forma como ...
Márcio Petito
CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança
Segundo o TechTudo, um comparativo recente colocou ChatGPT, Claude e Gemini lado a lado numa tarefa que parece simples, mas revela muito sobre como a inteligência artificial está mudando a forma como profissionais se apresentam no mercado: analisar perfis do LinkedIn e sugerir melhorias. O teste usou o mesmo perfil e o mesmo comando nas três ferramentas, e um especialista em RH e gestão de pessoas avaliou os resultados. O veredito apontou o ChatGPT como a opção mais completa, mas o que me chama atenção aqui não é só qual IA ganhou, e sim o que esse tipo de uso revela sobre a maturidade das empresas na hora de aproveitar tecnologia de forma prática.
Trabalho há anos ajudando empresas pequenas e médias a organizar processos com tecnologia, e vejo um padrão se repetir: muita gente ainda trata inteligência artificial como brinquedo ou curiosidade, quando na verdade ela já é uma ferramenta de produtividade real, testável e comparável, como qualquer outro software corporativo. Se dá para comparar IA para revisar um perfil profissional, dá para comparar IA aplicada a atendimento, análise de dados financeiros ou triagem de currículos. A lógica é a mesma.
O que esse teste ensina sobre escolher ferramentas certas
O interessante do comparativo do TechTudo é a metodologia: mesmo prompt, mesmo perfil, avaliação de especialista humano no final. Isso é exatamente o que faltou em muitos processos de adoção de tecnologia que já vi em empresas de médio porte. A gestão simplesmente compra uma ferramenta porque "é IA" ou porque um concorrente usa, sem testar de forma estruturada se ela resolve o problema real.
Quando trabalhamos com processos otimizados na M3Solutions, o primeiro passo nunca é a ferramenta, é o problema. Só depois de mapear a dor real da empresa é que entra a discussão sobre qual tecnologia, IA ou não, resolve aquilo com menos atrito e menos custo operacional.
No caso do LinkedIn, o problema é claro: profissionais e recrutadores gastam tempo demais tentando decifrar o que faz um perfil se destacar. A IA entra como um filtro rápido de diagnóstico. Mas repare que o especialista ouvido pela reportagem não validou cegamente a resposta da máquina, ele comparou, criticou e apontou nuances. Isso é maturidade no uso de tecnologia, e é exatam
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