

Por que os satélites "velhos" ainda vencem o Starlink no Brasil
Segundo o Canaltech Software, mesmo com toda a revolução prometida pelo Starlink de Elon Musk, os satélites tradicionais continuam sendo peças fundamentais na infraestrutura brasileira. E isso nos ens...
Marcio Petito
Autor | M3Solutions
Segundo o Canaltech Software, mesmo com toda a revolução prometida pelo Starlink de Elon Musk, os satélites tradicionais continuam sendo peças fundamentais na infraestrutura brasileira. E isso nos ensina uma lição valiosa sobre inovação.
Vivemos numa época em que o novo sempre parece melhor que o antigo. Mas a realidade é mais complexa. Enquanto o Starlink impressiona com sua constelação de milhares de satélites oferecendo internet de baixa latência, os satélites geoestacionários tradicionais seguem operando silenciosamente, garantindo serviços essenciais como comunicações governamentais, transmissões de TV e conexões em regiões remotas.
É como comparar um smartphone com um rádio de pilha: ambos têm seu lugar e momento. A tecnologia espacial brasileira construiu décadas de expertise com satélites tradicionais, criando uma infraestrutura invisível mas vital para milhões de pessoas.
A verdadeira revolução não está em escolher entre o velho e o novo, mas em entender como eles podem coexistir. Qual tecnologia "ultrapassada" em sua área ainda é indispensável?

