Comprando o Futuro às Cegas: A Lição de Risco que a Apple (Ainda) Não Lançou
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Comprando o Futuro às Cegas: A Lição de Risco que a Apple (Ainda) Não Lançou

25 de agosto de 2026Márcio Petito2 min de leitura
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Segundo o Canaltech, a Caviar, empresa russa conhecida por transformar smartphones em objetos de luxo com ouro, couro exótico e pedras preciosas, colocou à venda uma versão personalizada do iPhone dob...

Márcio Petito

Márcio Petito

CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança

Segundo o Canaltech, a Caviar, empresa russa conhecida por transformar smartphones em objetos de luxo com ouro, couro exótico e pedras preciosas, colocou à venda uma versão personalizada do iPhone dobrável antes mesmo da Apple confirmar oficialmente o lançamento do aparelho. O modelo, batizado de iPhone Ultra Liquid Metal, já está em pré-venda por 18.840 dólares, algo em torno de 97 mil reais, e foi construído com base em rumores e vazamentos sobre o suposto iPhone Ultra, que a Apple deve apresentar em 9 de setembro.

Pare um segundo e pense no que isso significa. Uma empresa lançou e está vendendo um produto de quase cem mil reais baseado em um aparelho que nem existe oficialmente. Não há confirmação de especificações, não há data fechada, não há nem certeza de que o design final será esse. Ainda assim, tem gente comprando.

Isso diz muito sobre como o mercado de tecnologia funciona hoje. A expectativa vale tanto quanto o produto em si, e empresas espertas sabem monetizar isso antes mesmo do lançamento oficial acontecer.

O que esse tipo de movimento ensina sobre gestão de risco em TI

Eu sei que parece estranho puxar uma lição corporativa de um caso de luxo tecnológico, mas fica comigo aqui porque o paralelo é mais direto do que parece.

A Caviar está apostando em algo que ainda não tem forma definitiva. E isso é exatamente o tipo de comportamento que vemos, com frequência preocupante, dentro de empresas pequenas e médias quando o assunto é infraestrutura de TI.

Quantas vezes você já viu uma empresa comprar um sistema, contratar uma solução ou migrar uma operação inteira baseada em promessa, em expectativa, sem antes validar se aquilo realmente resolve o problema que precisa ser resolvido?

Fonte da Matéria

Segundo Canaltech Software

canaltech.com.br
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