

IA do Google vira espião: como o Gemini foi hackeado no Chrome
Segundo o Canaltech Software, uma vulnerabilidade no Gemini permitiu que extensões maliciosas espionassem usuários do Chrome, explorando falhas no WebView para acessar permissões privilegiadas do chat...

Márcio Petito
CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança
Segundo o Canaltech Software, uma vulnerabilidade no Gemini permitiu que extensões maliciosas espionassem usuários do Chrome, explorando falhas no WebView para acessar permissões privilegiadas do chatbot da Google.
A ironia é fascinante: enquanto o Google promove a integração da inteligência artificial como o futuro da navegação, hackers encontraram uma forma de transformar essa inovação em porta de entrada para espionagem. É o clássico dilema tecnológico - cada avanço traz novas possibilidades, mas também novos riscos.
Essa falha expõe um problema estrutural da era da IA integrada. Quando assistentes virtuais ganham permissões amplas para "facilitar nossa vida", eles também se tornam alvos mais atraentes para criminosos digitais. É como dar a chave de casa para um mordomo super eficiente, mas que pode ser facilmente enganado por impostores.
A Google certamente corrigiu a vulnerabilidade, mas o episódio nos lembra que conveniência e segurança nem sempre andam juntas. Você confia cegamente nas extensões que instala no seu navegador?
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