

IA que age sozinha: quem paga quando ela erra?
Segundo o Canaltech Software, o Web Summit Vancouver foi dominado por um conceito que vai muito além do chatbot que você usa para tirar dúvidas: a IA agêntica. Estamos falando de sistemas que não apen...

Márcio Petito
CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança
Segundo o Canaltech Software, o Web Summit Vancouver foi dominado por um conceito que vai muito além do chatbot que você usa para tirar dúvidas: a IA agêntica. Estamos falando de sistemas que não apenas respondem — eles agem. Compram, transferem, decidem. Sozinhos.
E aqui mora o ponto mais fascinante — e assustador — da discussão. No setor financeiro, essa autonomia já é realidade operacional. Agentes de IA movimentam dinheiro sem que um humano precise apertar qualquer botão. Eficiente? Sem dúvida. Mas quando algo dá errado, a pergunta que ninguém ainda soube responder com clareza é: quem paga a conta?
A fraude que escala acompanha a tecnologia que escala. É quase uma lei da natureza digital. E o Brasil, citado no radar dessas discussões, precisa estar atento — não apenas para adotar essas ferramentas, mas para construir as regras do jogo antes que o jogo nos domine.
Você confiaria a uma IA a gestão autônoma das suas finanças?
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