Uber Teens ao Vivo: A Lição de TI Que Sua Empresa Ainda Não Aprendeu
Segurança

Uber Teens ao Vivo: A Lição de TI Que Sua Empresa Ainda Não Aprendeu

9 de setembro de 2026Márcio Petito2 min de leitura
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Segundo o Canaltech, a Uber acaba de liberar no Brasil uma função que estava restrita aos Estados Unidos até poucos dias atrás: a transmissão de vídeo ao vivo durante viagens feitas por adolescentes c...

Márcio Petito

Márcio Petito

CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança

Segundo o Canaltech, a Uber acaba de liberar no Brasil uma função que estava restrita aos Estados Unidos até poucos dias atrás: a transmissão de vídeo ao vivo durante viagens feitas por adolescentes cadastrados na Uber Conta Teens. Na prática, os pais ou responsáveis vinculados à conta do jovem passam a enxergar, em tempo real, o que a câmera do celular do motorista está captando durante o trajeto. Uma mudança rápida de continente para continente, e que diz muito sobre a velocidade com que empresas de tecnologia testam e replicam recursos de segurança quando percebem valor de mercado ali.

Como especialista que acompanha de perto soluções corporativas e infraestrutura de TI, confesso que esse tipo de notícia me interessa por um motivo que vai além do aplicativo de transporte em si. Ela escancara uma tendência que já vínhamos observando faz tempo: monitoramento em tempo real deixou de ser recurso de nicho corporativo e virou expectativa do consumidor comum. Se um app de mobilidade oferece isso para uma corrida de quinze minutos, imagine o que se espera de sistemas que cuidam de operações inteiras dentro de uma empresa.

O que isso ensina sobre monitoramento e confiança

A ideia por trás da função da Uber é simples: reduzir a ansiedade dos responsáveis e aumentar a sensação de segurança durante o trajeto do adolescente. Só que, para viabilizar isso, existe uma engenharia de dados relevante rodando por trás. Captura de vídeo, transmissão em tempo real, vínculo seguro entre contas, permissão de acesso restrita: tudo isso precisa funcionar sem falhas, porque qualquer brecha vira problema sério de privacidade.

Trago esse ponto porque é exatamente aqui que muitas empresas pequenas e médias pecam quando decidem digitalizar processos internos. Implementam câmeras, sensores, sistemas de rastreamento ou monitoramento de frota, mas esquecem de estruturar a parte que realmente importa: quem acessa os dados, como são armazenados e por quanto tempo ficam disponíveis.

Na M3Solutions, esse é um debate recorrente com clientes que buscam modernizar operações. Não adianta comprar tecnologia de ponta se o processo por trás dela continua manual, desorganizado ou vulnerável. Monitoramento em tempo real só gera valor quando vem acompanhado de:

  • Processos ot

Fonte da Matéria

Segundo Canaltech Software

canaltech.com.br
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