LGPD, Deepfakes e IA: o Trio que Vai Definir o Futuro da Sua Empresa
Segurança

LGPD, Deepfakes e IA: o Trio que Vai Definir o Futuro da Sua Empresa

14 de agosto de 2026Márcio Petito2 min de leitura
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Segundo o Olhar Digital, o dia reuniu três assuntos que, à primeira vista, parecem desconectados: o aniversário da LGPD, as discussões do TSE sobre deepfakes e um estudo apontando que a inteligência a...

Márcio Petito

Márcio Petito

CEO da M3Solutions com mais de 20 anos de experiência em tecnologia e segurança

Segundo o Olhar Digital, o dia reuniu três assuntos que, à primeira vista, parecem desconectados: o aniversário da LGPD, as discussões do TSE sobre deepfakes e um estudo apontando que a inteligência artificial pode injetar quase R$ 1 trilhão no PIB brasileiro até 2030. Mas quem trabalha com tecnologia no dia a dia sabe que esses três temas conversam entre si o tempo todo, e é justamente essa conversa que merece atenção de quem toma decisão dentro de uma empresa.

A LGPD completou mais um ano de vigência e, sinceramente, ainda vejo muita empresa tratando a lei como um checklist burocrático em vez de encará-la como parte da estratégia de negócio. Isso é um erro que custa caro, principalmente para pequenas e médias empresas que não têm margem para lidar com multas ou processos.

Proteger dado pessoal não é mais opção, é pré-requisito para operar. E o pior cenário não é a fiscalização em si, mas o dano à reputação quando um cliente descobre que suas informações foram tratadas com descuido.

Deepfake e eleição: um risco que já está na porta

O TSE discutindo deepfake não é exagero nem futurologia. A tecnologia de manipulação de vídeo e áudio já está madura o suficiente para confundir até olhos treinados, e isso preocupa não só o processo eleitoral, mas qualquer empresa que trabalhe com comunicação institucional, marca ou reputação digital.

Imagine um vídeo falso do diretor da sua empresa anunciando algo que nunca foi dito. O estrago pode ser imediato e difícil de reverter.

Por isso, entender como identificar conteúdo manipulado, treinar equipes de comunicação e ter um plano de resposta rápida para crises digitais deixou de ser luxo de grande corporação. Isso já é pauta para negócio de qualquer porte.

O que fazer na prática

  • Revisar políticas internas de tratamento de dados à luz da LGPD, sem esperar uma auditoria para agir
  • Capacitar times de marketing e comunicação para reconhecer sinais de conteúdo manipulado
  • Mapear processos que envolvem dado sensível e identificar gargalos de segurança
  • Criar rotina de monitoramento de menções à marca em vídeo e áudio

Esses pontos parecem simples, mas na prática exigem processos otimizados e uma visão clara de onde estão os riscos. É aí que muitas empresas pequenas e médias travam, porque não têm estrutura interna de TI robusta o suficiente para lidar com essas

Fonte da Matéria

Segundo olhardigital

olhardigital.com.br
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